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Com período de chuvas, Eusébio intensifica combate ao Aedes Aegypti

sexta-feira | 12/01/2018

Com o início das chuvas de janeiro, mesmo que ainda isoladas, o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti aumenta. A Prefeitura de Eusébio, através da Secretaria de Saúde do Município, está reforçando junto a população o alerta para que os cuidados sejam intensificados no combate ao mosquito que transmite dengue, chikungunya e zika. O trabalho dos agentes de endemias também está sendo reforçado.

A Prefeitura, através da Coordenação de Controle de Endemias da Secretaria Municipal der Saúde já iniciou o ano com a realização do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa), identificando a porcentagem de imóveis que apresentam criadouros de mosquito na cidade.

O Eusébio concluiu o ano de 2017 com o Índice de Infestação Predial (IIP) de 0,10 (o valor de referência de baixa infestação é de 1,0). Os 45 agentes de endemias estão também intensificando as ações nas 40 áreas de saúde. A previsão é que até o final de 2018, oito ciclos completos de visitas pelos profissionais sejam realizados.

Segundo o secretário de Saúde de Eusébio, Mário Lúcio, o Aedes aegypti vive em ambiente público e domiciliar e tem um poder de reprodução enorme. “O ovo do mosquito da dengue, zika e chikungunya consegue sobreviver por mais de um ano, mesmo se o local onde foi depositado estiver seco. Por isso, para a prevenção dessas doenças, é fundamental evitar o acúmulo de água parada que não pode ser protegida, especialmente nesse período de chuvas”, frisou.

Segundo ele, a fêmea põe os ovos e no primeiro contato com gotinhas de água eclodem, viram larvas, pupas e depois o mosquito adulto. “Tudo isso muito rápido. Com as condições de temperatura e umidade do Ceará, em oito dias o ovo, em contato com água, vira mosquito adulto e sai”.

Separar o lixo em sacos plásticos e colocá-los na rua somente no horário de coleta, evitando o acúmulo de resíduos em locais públicos como calçadas, praças, meio-fio é um dos principais cuidados para manter a saúde individual e coletiva. Até mesmo uma tampinha de refrigerante, um simples copo descartável ou uma sacola de plástico podem acumular água e virar um criadouro do mosquito.

O prefeito Acilon Gonçalves observa que os municípios são responsáveis pelo planejamento e pelas ações de combate ao mosquito, como as visitas de casa em casa, feita pelos agentes de endemias, e a pulverização de inseticidas. Mas cada cidadão também é corresponsável e precisa fazer vistorias periódicas em seus imóveis para evitar focos. Não deixar o mosquito nascer é responsabilidade de todos.