O Eusébio terminou o ano de 2017, como o quarto município que mais criou empregos com carteira assinada no Estado do Ceará, com 12.624 postos de trabalho, atrás apenas de Fortaleza, Maracanaú e Juazeiro do Norte. Ficando a frente de Caucaia, Sobral, Aquiraz, Horizonte, Crato e Maranguape. O setor de Serviços foi o que abriu mais vagas no mercado eusebiense, com 5.918 empregos. Com relação ao saldo de empregos que é o resultado entre as admissões e demissões, o Eusébio também ficou em quarto lugar com 628 vagas. Os dados são o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).Em número de empregos criados no município, aparece em segundo lugar a Indústria de Transformação, com 2.608 vagas, seguida da Construção Civil com 2.175 postos. Já o Comércio, que é outro setor forte da economia do Eusébio, abriu 1.712 vagas. Somam-se, ainda, Serviços Industriais e de Utilidade Pública, com 82 vagas; Agropecuária com 79 e a Indústria Extrativista, com 51 empregos.Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Eusébio, Eilson Gurgel, mesmo diante da crise que o País passou, com mais ênfase no ano passado, o Setor de Serviços, que geralmente é o primeiro a sentir as consequências, não foi afetado no Eusébio, porque novas empresas foram abertas e com isso mais renda e mais empregos foram gerados no município.Ele observa que o setor de serviços tem hoje uma importante representação para a economia eusebiense e brasileira, "seu crescimento é visto como uma promessa para o desenvolvimento do país. O setor representa atualmente, por exemplo, cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e é o maior gerador de empregos formais do país, segundo o Caged", ressalta.O prefeito Acilon Gonçalves destaca que apesar de o setor de Serviços ser hoje o motor da economia eusebiense, o mercado do município vem se diversificando, com os setores da Indústria de Transformação, Construção Civil e Comércio. Juntos, os três segmentos abriram 6.495 vagas de empregos. "Para este ano, com a reação da economia do país, cremos que teremos um crescimento ainda maior da economia de nossa cidade, com mais empresas, indústrias e comércios escolhendo o Eusébio para investir", concluiu.
O Eusébio terminou o ano de 2017, como o quarto município que mais criou empregos com carteira assinada no Estado do Ceará, com 12.624 postos de trabalho, atrás apenas de Fortaleza, Maracanaú e Juazeiro do Norte. Ficando a frente de Caucaia, Sobral, Aquiraz, Horizonte, Crato e Maranguape. O setor de Serviços foi o que abriu mais vagas no mercado eusebiense, com 5.918 empregos. Com relação ao saldo de empregos que é o resultado entre as admissões e demissões, o Eusébio também ficou em quarto lugar com 628 vagas. Os dados são o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Em número de empregos criados no município, aparece em segundo lugar a Indústria de Transformação, com 2.608 vagas, seguida da Construção Civil com 2.175 postos. Já o Comércio, que é outro setor forte da economia do Eusébio, abriu 1.712 vagas. Somam-se, ainda, Serviços Industriais e de Utilidade Pública, com 82 vagas; Agropecuária com 79 e a Indústria Extrativista, com 51 empregos.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Eusébio, Eilson Gurgel, mesmo diante da crise que o País passou, com mais ênfase no ano passado, o Setor de Serviços, que geralmente é o primeiro a sentir as consequências, não foi afetado no Eusébio, porque novas empresas foram abertas e com isso mais renda e mais empregos foram gerados no município.
Ele observa que o setor de serviços tem hoje uma importante representação para a economia eusebiense e brasileira, "seu crescimento é visto como uma promessa para o desenvolvimento do país. O setor representa atualmente, por exemplo, cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e é o maior gerador de empregos formais do país, segundo o Caged", ressalta.
O prefeito Acilon Gonçalves destaca que apesar de o setor de Serviços ser hoje o motor da economia eusebiense, o mercado do município vem se diversificando, com os setores da Indústria de Transformação, Construção Civil e Comércio. Juntos, os três segmentos abriram 6.495 vagas de empregos. "Para este ano, com a reação da economia do país, cremos que teremos um crescimento ainda maior da economia de nossa cidade, com mais empresas, indústrias e comércios escolhendo o Eusébio para investir", concluiu.